Investimento P2P, esta modalidade está ganhando espaço no mercado econômico brasileiro. Se você ainda não ouviu falar, vamos contar para você agora.

Peer-to-peer (P2P) foi criado em 2005 através de uma plataforma inglesa chamada Zopa. Basicamente, a modalidade funciona sem a necessidade de interferência de um banco, ou seja, elimina toda a burocracia e os procedimentos comuns das instituições financeiras.

Este investimento fornece rentabilidades atrativas para os investidores, sendo maiores que o CDB e o tesouro direto e conta com taxas de juros atrativas para quem solicita o empréstimo.

Então, podemos dizer que é um investimento vantajoso para ambas as partes.

Quais os riscos?

O principal risco que o investidor pode correr é o tomador de crédito não pagar. Contudo, esse risco pode ser eliminado com uma boa plataforma que realiza a análise de crédito e o nível de detalhe das informações disponibilizadas.

Como o investimento funciona?

No P2P você empresta seu dinheiro diretamente para o tomador de empréstimo, seja pessoa física ou jurídica. Claro que emprestar dinheiro para empresas é mais seguro, visto que as informações são mais detalhadas e a análise de crédito mais segura.

E as taxas? Elas valem a pena?

É bom deixar claro que as taxas podem variar e isso está diretamente ligado ao tomador de empréstimo. No geral, os rendimentos podem chegar a até 180% do CDI (cerca de 26% ao ano). – Fonte: https://bit.ly/2CrPfkj

Se houver ainda o reinvestimento por parte do investidor, já que os pagamentos são realizados mensalmente, a rentabilidade pode aumentar.

Sendo assim, podemos considerar o peer-to-peer um investimento de muita liquidez. É importante ressaltar que, com ele, o capital não fica mobilizado e indisponível, como ocorre no CDB ou no tesouro direto.

E aí, para você, o peer-to-peer vale a pena?

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